quarta-feira, 17 de março de 2010

Bebidas com Gás vs Dieta Saudável


A chave para uma vida saudável é combinar o consumo com actividade física e com um bom descanso nocturno. Se estes três pressupostos forem seguidos, não há qualquer objecção ao consumo de bebidas com gás. Não existem estudos científicos que comprovem os efeitos do gás a nível gástrico, nem o sem efeito negativo a nível da regulação do apetite e ingestão aumentar, uma vez que o gás não faz aumentar o apetite. As bebidas com gás de baixas calorias podem mesmo constituir uma boa opção para quem pretende reduzir ou controlar o peso ou mes-mo para quem quer alargar o seu leque de opções para a manutenção de uma hidratação adequada. Muitas pessoas procuram bebidas que possam consumir com prazer.

O Mito da Obesidade

Apesar destas evidências científicas, na sociedade portuguesa persistem alguns mitos em torno do gás presente nas bebidas refrescantes. Tanto o mito da obesidade, como o mito do refluxo gástrico - subida do conteúdo do estômago para o esófago - ou o da descalcificação, não encontram fundamentos científicos que os sustentem.

Estudos científicos têm demonstrado que a substituição do açúcar por adoçantes não calóricos, como o aspartame, devidamen-te testados e aprovados, não produz, por si só, aumento de peso, mostram sim que o facto de haver uma diminuição na ingestão de açúcar, pode facilitar o controlo da ingestão calórica e, consequentemente, a regulação do peso corporal.

O Mito do Refluxo

Quanto ao refluxo gástrico, para que o gás ti-vesse um papel preponderante na ocorrência de refluxo, o pH medido no esófago deveria diminuir, logo tornar-se mais ácido, por efeito do consumo destas bebidas, como consequên-cia da subida do conteúdo do estômago. No entanto, os estudos científicos realizados até hoje têm demonstrado que o consumo de be-bidas refrescantes com gás não reduz o pH no esófago, apenas o faz em curtos períodos nos quais a bebida transita, no sentido descenden-te, do esófago para o estômago. Assim, além de ter ficado demonstrado que as bebidas com gás não aumentam o risco de cancro no esófago, foi provado cientificamente que estas bebidas até contribuem para a di-minuição do risco de cancro, não só no esó-fago, mas também no estômago.


O Mito da Descalcificação

A associação entre o consumo de bebidas re-frescantes com gás e o risco de descalcificação óssea é outro mito que não encontra funda-mento na ciência. Este mito assenta na crença infundada de que o gás torna o sangue mais ácido, conduzindo a uma dissolução gradual da massa óssea. Na realidade, o que ocorre na ingestão de bebidas com gás é a fixação do dióxido de carbono pelos glóbulos vermelhos que, sendo transportado para os pulmões, é trocado por oxigénio. Aliás, a grande maioria do dióxido de carbono transportado pelo san-gue é proveniente da digestão dos alimentos.

As bebidas refrescantes com gás podem, assim, constituir, sem qualquer sentimento de culpa, uma boa opção de hidratação, dentro do seu vasto leque de oferta, do qual fazem parte aromatizados, néctares, sumos de fruta e de extractos vegetais - também disponíveis nas suas versões light, diet e zero - sem ou com baixo teor calórico.

Como o analfabetismo pode conduzir a uma “distorção de quantidades” na alimentação


Quem sabe o quanto grande é uma porção de macarrão ou um copo de sumo? Estimar corretamente a quantidade dos alimentos é fundamental para manter um peso saudável, mas um novo estudo sugere que pessoas com baixos níveis de alfabetização podem ter maior dificuldade em dimensionar e quantificar os alimentos que ingerimos.

Em pessoas com elevados níveis alfabetização, é duas vezes mais provável existir uma distorção na quantidade de alimentos do que em pessoas que sabem ler escrever. Os resultados dos testes serviram para racionar uma única porção de massa, abacaxi, carne moída e outros alimentos comuns, de acordo com um estudo editado na American Journal of Preventive Medicine.

As pessoas com elevados índices de analfabetismo têm maiores problemas em estimar o tamanho correcto de uma porção, afirma Mary Margaret Huizinga, pesquisadora em John Hopkins, e que conduziu o estudo enquanto trabalhava na Universidade de Vanderbilt. Ao combinar os dados para todos os alimentos no estudo, apenas 62 por cento dos participantes serviu uma quantidade específica de alimentos com precisão.

Nos alimentos individuais, "a precisão variou entre os 30 por cento para a carne e os 53 por cento para sumos", disse Huizinga.

"O atual super-dimensionamento de muitos alimentos podem levar pessoas a pensar que uma porção normal deveria ter aquele tamanho", diz ela, "e esta distorção do correcto tamanho de uma porção pode levar a excessos e contribuir para a obesidade."

No estudo que contou com a participação de 164 pacientes, os pesquisadores testaram a "literacia verbal e escrita, bem como a sua compreensão de dados numéricos” em todos eles. Em seguida, mediram a capacidade dos pacientes de estimar um único serviço ou uma determinada quantia de uma variedade de alimentos.

As preferências alimentares dos participantes, ou mesmo quantas vezes eles comeram um determinado alimento, não parece afectar a forma como servem e atribuem uma dimensão à porção, observa Huizinga.

Aumentar o tamanho das porções em alguns restaurantes é um fator que leva as pessoas a verem as grandes porções como o normal, mas o mesmo tipo de "distorção de porção" pode acontecer em casa, disse Jennifer Fisher, uma professora adjunta da saúde pública na Universidade Temple.

Nos seus estudos sobre o quanto comem as crianças quando confrontado com entradas normais ou com excesso de quantidade, Fisher descobriu que a percepção social e cultural de "o quanto é suficiente" de uma família também influencia o discernimento do que é uma porção equilibrada nas crianças.

"Ao verem uma grande quantidade de comida na sua frente, as crianças, mas também os adultos, são levados a acreditar que alguém decidiu que esta porção é a quantidade certa a comer", afirma a investigadora.

segunda-feira, 15 de março de 2010

10 Formas Naturais de Prevenir a Doença de Alzheimer


01 – Tenha uma alimentação rica em frutas e legumes. Foi demonstrado cientificamente que os alimentos que combatem Alzheimer são mirtilos, vegetais de folha verde, como bróculos ou espinafres e maçãs.

02 – Insira na sua alimentação óleos vegetais ricos em Ómega 3, incluindo sementes de canhâmo e de linho. Pode também ingerir óleo de peixe, mas certifique-se quanto à fonte e nutrientes, já que muitos peixes possuem toxicidade de mercúrio, que pode causar Alzheimer.

03 – Certifique-se que está a incluir na sua alimentação uma quantidade suficiente de antioxidantes. Como foi já mencionado, comer frutas e legumes é uma das melhores maneiras de combater os radicais livres. O chocolate, chá verde, vitamina E e vitamina C são outros antioxidantes que podem desempenhar um importante papel contra a doença de Alzheimer.

04 – Um novo estudo de uma equipa de investigadores do Instituto para a Estudo Biológico de Salk demonstrou que um tipo específico de antioxidantes presente nos morangos pode auxiliar a memória e proteger o cérebro do desenvolvimento de Alzheimer.


05 – Um novo estudo do Instituto Karolinska de Estocolmo provou que as diabetes aumentam gradualmente o risco do desenvolvimento de Alzheimer. As diabetes estão associadas a altos níveis de açúcar no sangue.


06 – Um novo estudo demonstrou que uma pessoa com colesterol alto, alta pressão sanguínea e obesidade tem muito mais possibilidades (+ 600%) de perder funções cerebrais e ser-lhe diagnosticado Alzheimer do que pessoas que mantenha um peso equilibrado e que mantenha uma alimentação saudável.


07 – O pigmento na curcuma que atribui ao caril a sua cor amarela pode também ajudar a quebrar as “placas” que marcam o cérebro de doentes com Alzheimer, sugererm as últimas pesquisas.


08 – Evite o mercúrio. Como foi já mencionado, muito peixes estão contaminados com mercúrio, por isso pesquise quais os peixes que são seguros e livres de mercúrio. Por vezes, as vacinas são outra causa da toxicidade por mercúrio.

09 – Desafie a sua mente todos os dias. As pesquisas sugerem que a estimulação mental, falar duas línguas, viajar, puzzles, e aprender a tocar um instrumento são boas formas de combater a senilidade precoce e Alzheimer. Aprenda algo novo todos os dias, mesmo que seja um número de telefone ou uma palavra.

10 – Regule o stress. Está provado que o stress corroi a mente e o corpo, produzindo uma hormona que prejudica o cérebro. A meditação, yoga, arte ou jardinagem são apenas algumas das formas de gerir o stress.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Saúde - Comida saudável fora de casa - RTP Noticias, Vídeo



Comida saudável fora de casa
Prevenir as chamadas doenças do século XXI, como a diabetes, o colesterol ou a obesidade, pode ser mais fácil do que parece. Encarar as refeições com espírito crítico ou um olhar mais atento, pode ser a solução, mesmo fora de casa.